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quinta-feira, 12 de abril de 2012




O vento que corta os vales profundos da alma,
É o mesmo vento a soprar sublime,
Na manhã tranquila e calma.

Sorrateiro chega sem pedir passagem,
E em seguida se despede,
Prosseguindo sua interminável viajem.

Ah! O vento, quanta lembrança nos traz,
Suas torrentes invisíveis,
Transportam a nostalgia tenaz.

Livre dança no firmamento,
Envolvendo o coração,
E prenunciando o tormento.


Autor: Daniel Marin